CETMAR e CIMA. Recuperação da pesca do berbigão

PROJETOS BIO

CETMAR e CIMA. Recuperação da pesca do berbigão

Recuperação da pesca do berbigão

Setor: marisqueiro

Localização: r/ Eduardo Cabello s/n; 36208 Vigo; Pontevedra, ES

Descrição do projeto

É importante ter empresas que financiem o desenvolvimento da aquicultura, o estabelecimento das bases para poder produzir estirpes resistentes, a recuperação de stocks, a otimização da gestão e as capacidades dos agentes interessados nas espécies.

Atualmente, o projeto “COCKLES – Cooperação para a recuperação da pesca de berbigão e os seus serviços ambientais no Espaço Atlântico” é financiado pelo Programa Espaço Atlântico e visa recuperar a produção de berbigão e os serviços prestados por este recurso, ameaçado por patologias e por uma gestão ineficiente.

As empresas que apostarem no financiamento da continuidade do projeto poderão contribuir para a revalorização dos serviços ecossistémicos por ele prestados e para o desenvolvimento das economias costeiras da zona atlântica.

Descrição da área de atividade / tecnologia

Avaliar a saúde, diversidade e inter-relações das populações de berbigão, caracterizando a dinâmica populacional, diversidade genética e transporte larvar, ameaças de doenças, poluição, espécies invasoras e clima.
Quantificar os benefícios económicos, sociais e culturais dos serviços ecossistémicos prestados pelos berbigões (pesca, aquicultura, biodiversidade, alimentação das aves, turismo, serviços culturais), através de inquéritos, entrevistas e análises socioeconómicas.
Fornecer novas técnicas para a gestão dos berbigões através do desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos para o restabelecimento de berbigões, incubação para a produção de sementes, programas de reprodução seletiva para produzir estirpes resistentes a doenças e de crescimento rápido, e conservação da estrutura/diversidade genética.
Fornecer orientação sobre as melhores práticas para produtores, administrações, agências ambientais e ONG, avaliando e partilhando as melhores práticas entre os países do Espaço Atlântico e otimizando a sua gestão através da aprendizagem mútua.